No Rio, Recicagem de lixo ganha reforço

Ao todo, 240 catadores de 33 cooperativas e três redes vão participar do processo de coleta seletiva dentro das arenas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. De acordo com Ricardo Alves, coordenador do programa Ambiente Solidário, da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), é a primeira vez na história das olimpíadas que os catadores vão receber um valor pelo serviço prestado: uma diária mínima de R$ 80. E depois todo o material reciclado coletado, estimado em mais de 3 toneladas, será vendido e o valor revertido para eles.

“Nós esperamos que isso se torne um modelo a ser aplicado em outras prefeituras, entes governamentais e em outras partes do país”, ressaltou. O ‘Projeto de Reciclagem Inclusiva: Catadores nos Jogos Rio 2016’ é uma parceria entre a SEA, a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, e a Autoridade Pública Olímpica Rio 2016.

Os catadores receberam treinamento e a maioria já tem experiência em coleta seletiva em grandes eventos: a maioria já trabalhou na Copa do Mundo de 2014. Os profissionais vão atuar em três frentes de trabalho: em Deodoro, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca e no Maracanã, durante o período dos Jogos, entre agosto e setembro.

Outra medida de reaproveitamento durante os Jogos será a de óleo vegetal. Uma equipe do Programa de Reaproveitamento de Óleo Vegetal (Prove) vai desenvolver a logística reversa do óleo saturado produzido nas instalações olímpicas. A Prove já coleta 150 mil litros de óleo por mês.

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