CASIMIRO DE ABREU RECUPERA MATA ATLÂNTICA

2Área é maior que a da cidade de Mesquita

12/02/2017 – Site do Jornal O Dia

ROSAYNE MACEDO

Rio – O município de Casimiro de Abreu, no Norte Fluminense, foi o que apresentou mais áreas regeneradas de Mata Atlântica entre 1985 e 2015, num total de 267 hectares. Em seguida, aparecem as cidades de Itaperuna (223 ha), Duas Barras (220 ha), Rio de Janeiro (209 ha), Vassouras (203 ha), Nova Friburgo (174 ha), Valença (153 ha), Santa Maria Madalena (144 ha), Cambuci (129 ha) e Silva Jardim (119 ha). O Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, que monitora a distribuição espacial do bioma, identificou a regeneração de 4.092 hectares (ha), ou o equivalente a 40,92 km2 no Estado do Rio. A área é maior que a da cidade de Mesquita.

Porém, o Rio ainda tem 13 representantes na lista dos que não fizeram bonito: um total de 94.825 hectares, o equivalente à área do município de Nova Friburgo. Apesar disso, foi o estado que alcançou o mais alto nível de desmatamento zero (menos de 100 hectares de desflorestamento) entre 2014 e 2015. O Rio se destaca ainda nos esforços para ampliar as Unidades de Conservação, públicas e privadas (as RPPNs – Reservas Particulares do Patrimônio Natural). Nova Friburgo e Silva Jardim têm 20 reservas privadas cada uma. No total, já são 150 RPPNs no estado.

A Mata Atlântica cobria originalmente 100% da área do Rio, mais de 4,37 milhões de hectares. Hoje, restam apenas 820.237 mil hectares do bioma – 18,7% desse total. O estudo foi divulgado pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Link: http://odia.ig.com.br/2017-02-12/casimiro-de-abreu-recupera-mata-atlanti…

Saiba mais projetos da Secretaria e do Inea para a conservação do verde:

De acordo com o secretário de Estado do Ambiente licenciado, deputado André Corrêa, até 2018, A Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) tem o plano de aumentar ainda mais a nossa cobertura florestal. “E posso dizer que o ano de 2016 começou bem nesse sentido. Em janeiro, o Rio ganhou a sua primeira Floresta Estadual, em Trajano de Moraes, na Região Serrana. A Floresta José Zago é a primeira unidade de conservação do tipo no Estado”.

Ainda segundo Corrêa, uma dos caminhos da SEA é investir na criação e revitalização das unidades de conservação para recuperar as áreas de Mata Atlântica e preservar as espécies de fauna e flora que nela vivem – muitas delas ameaçadas de extinção. “Dessa forma, conservamos também a qualidade dos solos e das águas que abastecem a população fluminense”, afirma. Veja o texto completo.

Projeto Água do Rio das Flores – Projeto permanente de recuperação florestal no sul do Rio de Janeiro visa preservar mananciais e garantir abastecimento público a longo prazo. Leia mais.

Banpar – Banco Público de Áreas Privadas (Banpar), do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) tornou possível o encontro entre a demanda e a oferta de áreas para restauração florestal: as empresas que necessitam cumprir a restauração florestal e proprietários ou gestores de terras públicas aptas para plantio realizam o cadastro no banco e divulgam suas demandas. Atualmente, a quantidade de áreas disponíveis para o reflorestamento no Estado do Rio superou as expectativas iniciais. Ao longo deste primeiro ano, 7,7 mil hectares foram disponibilizados para o restauro, em mais de 60 áreas espalhadas pelo estado. Saiba mais.

ICMS Verde – A Lei do ICMS Verde está provocando uma revolução ecológica nos municípios fluminenses: as prefeituras que investem na preservação ambiental contam com maior repasse do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Conheça.

ZEE – A Secretaria de Estado do Ambiente – SEA em parceria com o INEA e outras secretarias de estado vem coordenando a elaboração do projeto de Zoneamento Ecológico Econômico do Estado do Rio de Janeiro, instrumento de fundamental importância para o ordenamento ambiental do território fluminense.

A elaboração do Zoneamento Ecológico Econômico representa o compromisso do governo do estado do Rio de Janeiro de aprimorar seus instrumentos de gestão com vista ao enfrentamento dos desafios associados às necessárias adaptações a serem promovidas na dinâmica territorial e ambiental com destaque para aquelas decorrentes das mudanças climáticas e do cenário econômico tendencial. Confira.

Olho no Verde – O Projeto Olho no Verde veio para reforçar a preservação das áreas remanescentes de Mata Atlântica no Estado do Rio. Com as imagens de satélites vamos intensificar as operações de combate ao desmatamento, reprimindo os infratores ambientais. Leia mais.

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