Agrotóxicos e autismo – uma relação perigosa

Estudos comprovam que a exposição da população a certas substâncias usadas na indústria química causa distúrbios neurocomportamentais. 

A estimativa é que se as taxas de uso de agrotóxicos forem mantidas, em 2025, uma a cada duas crianças americanas serão autistas.

Os agrotóxicos têm relação direta com o aparecimento de doenças na população e há anos inúmeros estudos comprovam essa afirmação. Dessa vez a doença relacionada é o autismo. De acordo com os estudos da bióloga PhD, Dra. Stephanie Seneff, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), são associadas diversas substâncias tóxicas de largo uso (HPV ou high production volume) sintetizadas pela indústria química, como o glifosato da Monsanto, por exemplo, e toda uma série de distúrbios neurocomportamentais em aumento explosivo, inclusive o autismo. Para Stephanie, “mantidas as taxas atuais, por volta de 2025 uma em cada duas crianças [nos EUA] serão autistas”, progressão associada por essa pesquisadora, entre outros fatores, ao uso crescente de glifosato no cultivo do milho e da soja a partir dos anos 1990.

Leia a notícia completa no site da Fundação: http://fundacaoverde.org.br/agrotoxicos-e-autismo-uma-relacao-perigosa/

 

 

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