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Organização ensina como construir seu próprio painel solar para democratizar energia limpa

Arquitetura verde e soluções de energia limpa são cada vez mais importantes na hora de pensar no seu sonhado lar. Porém, muitas das soluções inteligentes neste tema ainda não são acessíveis. Muitas vezes são caras, difíceis de encontrar ou nada práticas de instalar em pequenos espaços.

Pensando nisso, a organização GoSol surge com o objetivo de democratizar os painéis solares pelo mundo. Para isso, eles desenvolveram e compartilharam manuais de construção de painéis solares usando apenas matérias primas locais.

Nossa missão é erradicar a pobreza energética e minimizar os danos das mudanças climáticas através da tecnologia Faça Você Mesmo, quebrando barreiras para o acesso à energia solar”, descrevem em seu site.

Para dar continuidade ao projeto, eles criaram a campanha Free The Sun, para arrecadar fundos e distribuir materiais para a construção de painéis e difundir a técnica que permite a todos o acesso à energia de forma autônoma.

Confira o vídeo deles e coloque a mão na massa para construir sua própria fonte de energia limpa:(ATIVE A LEGENDA SE NECESSÁRIO)

NO FUTURO, OS TRANSMISSORES DE DOENÇAS VENCEM A HUMANIDADE, TUDO PORQUE NÓS DESTRUÍMOS FLORESTAS E RIOS E LAGOS

Folha da Manhã, 31 de janeiro de 2016

O novo terrorismo
Arthur Soffiati

Nasci em 1947, depois de terminada a Segunda Guerra Mundial. Não vivi as guerras posteriores a 1945, mas, de certa forma, acompanhei todas elas. Quando criança, ouvia muito falar na Guerra da Indochina. Pré-adolescente, eu estava mais atento à guerra de independência da Argélia, assim como às guerras de descolonização da África e do que restou de colônias europeias na Ásia. Prestando serviço militar, fiquei de prontidão por conta da Guerra dos Seis Dias entre Israel e países Árabes.
Já adulto, inteirei-me dos conflitos associados à Guerra Fria. Até escrevi sobre muitos deles. Acompanhei o fim dela e a emergência de uma nova ordem ou desordem mundial. Na segunda década do século XXI, a área mais importante dos conflitos mundiais era o Oriente Médio. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) não conseguiu mais o mesmo prestígio de que gozou durante a Guerra Fria, mas continuou atuando em defesa dos países capitalistas, ostentando como argumento a defesa do mundo livre e da democracia.
Pouco a pouco, a ameaça de organizações terroristas no Oriente Médio e na África foi substituída por uma ameaça maior e difusa: as epidemias causadas por vetores invertebrados e vertebrados. Houve um tempo, eu contava com cerca de 70 anos, em que o “Aedes aegypti” se tornou uma grande preocupação dos países chamados “emergentes” pelos vírus transmitidos por esta espécie africana de mosquito.
Apesar das muitas doenças transmitidas por uma quantidade enorme de invertebrados picadores e de aves, principalmente, cheguei aos 80 anos de idade sem contrair nenhuma doença. Pernilongos, mosquitos prego, muriçocas, carapanãs, fincões, fincudos, sovelas, bicudas, piuns, maruins, percevejos, moscas, baratas, formigas e uma legião de outros insetos e aracnídeos, juntamente com aves, passaram a ser vetores de doenças.
Entre 2001 e 2020, as organizações terroristas foram desmanteladas por coalizões dos Estados Unidos, União Europeia, Rússia, China, Austrália, Japão e Canadá. Por fora, corria a nova ameaça das epidemias na Índia, Bangladesh, Oriente Médio, países africanos e latino-americanos. No lugar da OTAN, os países das coalizões contra o terror fundaram a Organização contra Doenças Epidêmicas (ODE), que se outorgou o direito de intervir em países onde os governos e a população perderam o controle sobre epidemias.
O nível de vida (chamado de qualidade de vida no início do século) desses países declinou muito. As mudanças climáticas produziram muita oscilação entre chuvas e estiagens. As temperaturas se elevaram. Estes fenômenos ocorreram em todo o planeta, mas, nos países outrora classificados como emergentes, os resultados dessas mudanças foram mais agudas. Deve-se considerar que o desmatamento, neles, acabou reduzindo as florestas a taxas mínimas. As espécies hospedeiras de vírus, bactérias, protozoários e fungos invadiram as cidades, cujo crescimento foi caótico.
Em tempos de chuvas torrenciais, as cidades acumulam água em locais mínimos, quase imperceptíveis. Nas estiagens, a população reserva água. Com chuva ou com seca, os vetores de doenças se multiplicaram. O combate vem se mostrando ineficiente desde 2010. Dezessete anos depois, tem-se a impressão de que a guerra foi perdida. O mapa das epidemias coincide com os países latino-americanos, africanos e parte dos países asiáticos.
Os países ricos ou enriquecidos não estão mais conseguindo conter as epidemias do antigo Terceiro Mundo nem os doentes. Invertebrados e aves transmissoras se aclimataram. A globalização facilita este processo: vetores e doentes se espalham por todo o planeta. Os países pobres chegaram a convocar as forças armadas para combater os transmissores, mas elas perderam a guerra.
Alegando incapacidade de debelar a dengue, a chicungunya, a zica, a gripe aviária, o ebola e muitas outras doenças, a ODE tomou a decisão de intervir nos países em que essas doenças emergiram. Mas os países de ODE também estão perdendo a guerra contra o novo terror. No princípio, os países da organização recomendaram que seus cidadãos não viajassem para os países pobres, sobretudo as crianças, as grávidas e os idosos. Agora, proibiram a saída de todo e qualquer cidadão. Acontece que não foi possível impedir a entrada de vetores nesses países. Eles entraram por containers, ocultos em porões de navios, aves migratórias e até por aviões. Nem mesmo o desenvolvimento de animais transgênicos conseguiu conter as epidemias.
Hoje, os governantes reconhecem que o combate seria mais fácil com os predadores naturais dos vetores e com cidades mais ecológicas. Acontece que os inimigos naturais foram, em grande parte, extintos e as cidades cresceram rompendo equilíbrios ecológicos. Além do mais, o aumento da temperatura favorece os transmissores, inclusive nos polos da Terra. No ano da graça de 2027, a humanidade tem a sensação de fim dos tempos. Da minha parte, acho que já vivi muito.

POLUIÇÃO SONORA

A Poluição sonora nas zonas urbanas é fator relevante de redução da qualidade ambiental, e as principais fontes de ruído são: meios de transportes, rodoviários e aéreos, a construção civil, as indústrias, os aparelhos eletrodomésticos e de som, as atividade de lazer e o próprio comportamento humano.

A saúde humana é afetada por níveis de ruído a partir de 45 dB, picos de 85 dB em 4% do tempo, sob 70 dB ou 50 dB de dia ou à noite, que elevam em 25% o colesterol e em 65 % o cortisol. No caso, o mais preocupante neste dado é que a média de ruído em corredores de trânsito chega a atingir 93 dB.

Como visto o nível de ruído que põe em risco a saúde humana é bem inferior a valores encontrados em nossas cidades, que provocam distúrbios cardíacos, hipertensão arterial, além de provocar estresse e prejudicar o desempenho físico e mental. E quando estes distúrbios se tornam crônicos, prejudicam a recuperação celular e o crescimento pela redução quantitativa do sono profundo, além da redução da capacidade de memória, atenção e relacionamento social. Sons desagradáveis indesejáveis já provocam neuroses com intensidades sonoras mais baixas (da ordem de 80 dB ou menos), principalmente se a fonte sonora não puder ser eliminada e o individuo se sentir indefeso frente à ação do ruído.

Além dos ruídos constantes, causados pela vida frenética das cidades, somam-se a estes os ruídos aleatórios como os de caminhões de gás (cerda de 105 dB), e outros veículos de propaganda com seus potentes alto-falantes.

Ademais, como o transporte urbano é a grande fonte de ruído nas áreas urbanas, seria providencial o uso mais intenso de veículos elétricos, que geram um nível bem menor de ruído. Todavia, esta não é uma prática adotada, considerando o elevado custo da energia elétrica. Desta forma, o uso de óleo diesel promove maior poluição do ar e maior nível de ruído, porém é mais barato para as empresas transportadoras, já que os custos pela degradação ambiental e danos a saúde são pagos pela coletividade.

Roger Coutinho

Revista Informe Ambiental

Articulação do Jornal dos Amigos

MEIO AMBIENTE

1Sistema Cantareira – SP

Mudanças climáticas ameaçam segurança alimentar

Fonte: Revista Exame

A aceleração das mudanças climáticas e seu impacto sobre a produção agrícola mundial exige que profundas mudanças sociais sejam implementadas nas próximas décadas para alimentar uma população mundial crescente, alertaram cientistas em uma conferência científica anual.

Segundo os cientistas, a produção alimentar terá que dobrar nos próximos 35 anos para alimentar uma população global de 9 bilhões de habitantes em 2050 contra os 7 bilhões atuais.

Alimentar o mundo “implicará algumas mudanças em termos de minimizar o fator climático”, disse Jerry Hatfield, diretor do Laboratório Nacional para a Agricultura e o Meio Ambiente.

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A volatilidade das chuvas, as secas frequentes e o aumento das temperaturas afetam as lavouras de grãos, razão pela qual será preciso adotar medidas, afirmou Hatfield neste domingo, durante a reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência.

“Se avaliarmos a produção de 2000 a 2050, basicamente teríamos que produzir a mesma quantidade de alimentos que produzimos nos últimos 500 anos”, previu.

Mas, globalmente, os níveis de uso da terra e a produtividade continuarão degradando o solo, advertiu.

“No que diz respeito à projeção para o Meio Oeste (dos EUA), estamos convencidos de que as temperaturas aumentarão bastante”, afirmou Kenneth Kunkel, climatologista da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica americana, referindo-se à região de maior produção de grãos, situada no centro do país.

Kunkel estudou o impacto do aquecimento global no Meio Oeste americano, onde a maior ameaça para a segurança alimentar é a seca.

A possibilidade é alta que esta região sofra com a pior seca no século XXI entre as registradas no último milênio, representando uma ameaça direta para os moradores da região, alertaram cientistas nesta quinta-feira, na abertura da conferência, celebrada em San José, na Califórnia (oeste).

As mudanças climáticas estão ocorrendo tão rapidamente que os seres humanos enfrentarão em breve uma situação sem precedentes, afirmou Kunkel.

Mas James Gerber, especialista em agricultura da Universidade de Minnesota, disse que reduzir o desperdício de alimentos e o consumo de carne vermelha ajudaria.

A redução do número de cabeças de gado diminui o impacto ambiental, inclusive as emissões de metano, um poderoso gás de efeito estufa.

Gerber disse que os cientistas identificaram “tendências bastante preocupantes”, como a diminuição global das reservas de grãos, que dão à sociedade uma importante rede de segurança.

O cientista também expressou sua preocupação sobre o fato de que a maioria da produção de grãos está concentrada em áreas vulneráveis ao aquecimento global. Gerber não descartou um uso maior de organismos geneticamente modificados como forma de aumentar a disponibilidade de alimentos.

Paul Ehrlich, presidente do Centro para a Conservação Biológica, da Universidade de Stanford, disse que o problema requer “uma real mudança social e cultural em todo o planeta”.

“Se tivéssemos mil anos mais para resolvê-lo, estaria muito tranquilo, mas podemos ter 10 ou 20 anos” apenas, advertiu.

Comentário do Jornal dos Amigos

Um exame mais consciente da situação conclui-se que o Planeta Terra não terá capacidade para alimentar tantas bocas até 2050, com o efeito das mudanças climáticas severas advindas de seca e temporal. Ainda mais levando em conta que para produzir um quilo de carne é preciso consumir 20 mil litros de água, cada vez mais escassa. E por falar em água, o povo chinês consome cerca de 700 m³ de água por ano. 7% dessa água vem do exterior. O japonês consome 1150 metros cúbicos por pessoa/ano, sendo que 65% provêm de outros países. Nos Estados Unidos, 2500 m³ por habitante/ano reflete o mal hábito do povo americano. No Brasil, o consumo está por volta do 400 m³, mais pela desigualdade social do que pelas boas maneiras do cidadão tupiniquim. De qualquer forma, a produção de alimentos de qualidade , além de água, também depende dos resíduos de poluição que pairam na atmosfera. Determinados alimentos estão mudando sua composição por causa desses resíduos.

 

Produto Unidade Litros de água
Açúcar 1kg 1.500
Algodão 1 camiseta 2.700
Café 1 xícara 140
Carne 1 Kg 20.000
Cerveja 1 copo 75
Cevada 1 Kg 1.300
Frango 1 Kg 3.900
Hambúrguer 1 unid. 2.400
Leite 1 litro 1.000
Milho 1 Kg 9.00
Ovos 1 unid. 200
Pão 1 fatia 40
Papel 1 folha A4 10
Queijo 1 Kg 5.000
Soja 1 Kg 1.800
Trigo 1 Kg 1.300

 

Logo, produzir e consumir cereal é melhor para o meio ambiente e para a saúde também.

COAGRO REATIVA PRODUÇÃO DE AÇÚCAR E ÁLCOOL!

O primeiro dia do MÊS DO AMBIENTE foi o escolhido para a assinatura do convênio e visita do Governador Pezão às instalações da COAGRO, cooperativa de Campos dos Goytacazes, que, com financiamento da AGERio,  a Agência de Fomento do Estado, retoma o plantio de cana e a produção de açúcar e álcool de alta qualidade, num projeto com os devidos cuidados ambientais e grandes  avanços tecnológicos, devidamente licenciado pelo INEA, que, nestes tempos de crise, passa a gerar mais de 1.500 empregos!

Deputados, vereadores, prefeitos, secretários municipais e estaduais, centenas de trabalhadores, empresários, representantes da FIRJAN, do Rotary, de vários órgãos municipais e estaduais compareceram ao evento, que marcou o início de nossas atividades trazendo mais para perto da população a pauta socioambiental.

As fotos são de Alessandra Lemos.

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OBRAS DE ARTE NO ESPÍRITO SANTO

Criatividade

PROPAGANDA OU RECLAME?

Carangola, cidade mineira da região do Caparaó, teve seu apogeu comercial na década de 40. O proprietário da Casa Béber, um dos prósperos “turcos” que nos ensinaram a arte do comércio com visão holística, dizia: “Não esfole o comprador, faça dele um freguês conquistando confiança e lucrando muito mais com o volume das vendas.”

Panfletos anunciando os produtos da Casa Béber de Carangola estampavam em destaque a frase: “Casa Béber não faz reclame.” Criança, tentei embaraçar meu avô, amigo do simpático “turco, perguntando se aqueles folhetos não eram propaganda e se propaganda não era a mesma coisa que reclame. (Cf.“Reclames do plim-plim”, do Faustão.) Ele então defendeu a seguinte tese: “O informativo com valores dos produtos colocados ali ajudam a refrear os concorrentes, portanto a Casa Béber faz algo além da propaganda: uma operação educativa de amplo interesse social.”

Assim, faço reclame de ateliês:

– desde os tempos imemoriais, o homem sentiu necessidade de romper bloqueios visuais decorando as paredes, cabanas, tendas e até biombos e cortinas;

– a visão é responsável por 80% da nossa percepção do mundo exterior e os 20% restantes estão divididos entre audição, paladar, tato e olfato;

– a obra de arte é como uma vida: sempre única;

– é insubstituível como lembrança, por representar forte carga subjetiva de quem a produziu e de quem a adquiriu;

– a aquisição de uma obra no ateliê do próprio artista é garantia de autenticidade, de melhor preço, de possibilidade de reparo imediato, caso seja acidentada, e de informações completas a seu respeito;

– é presente ideal para quem tem tudo, ou quase tudo;

– a obra, colocada em parede, será sempre referência do ambiente familiar, quando se muda de residência, ou quando ela é passada para herdeiros;

– exposta permanentemente, lembra sempre alguém ou ocasiões especiais como: casamento, nascimento de filhos, aniversário, promoção profissional, viagem dos sonhos, Natal inesquecível, etc.;

– aquisição de obra do artista local estimula decisivamente a criação, pois estoque elevado inibe qualquer produção;

– Fanzeres, Massena, Crepaz, Robert Newman e outros artistas que atuaram no Espírito Santo poderiam ter-nos deixado muito mais obras, se o mercado de arte local não fosse tão acanhado;

– o incipiente mercado de arte capixaba faz com que muitos pintores, músicos, atores e escritores abandonem suas vocações em busca de segurança e, assim, nós ficamos mais pobres.
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Das 66 telas da exposição PASSEIO PELO ESPÍRITO SANTO, ainda restam 51. Os valores são a partir de R$ 90,00 (noventa reais).

Faça uma visita sem compromisso para desfrutar da atividade cultural grátis que oferecemos. Só adquira uma peça se ela o encantar e o “comprar” primeiro, pois é união permanentemente visível, que se pretende para sempre.

A exposição fica aberta todos os dias, das 9 às 18 horas, até 31 de dezembro. Venha visitar-nos. Mapa com a localização do Ateliê está na página inicial do nosso site: www.galveas.com

NO CHILE, CONSULTA AOS ÍNDIOS NA BUSCA PELA SUSTENTABILIDADE NA MINERAÇÃO

Bachelet anuncia medidas para potenciar la minería sustentable

Mandataria dijo que la diversificación de nuestra matriz del sueldo de Chile “significa potenciar a la minería para que siga siendo ese pilar estratégico para que siga entregando recursos y para que sirva de apoyo y estímulo a otros sectores”.

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Miércoles 17 de diciembre de 2014 | por Nación.cl   Publicado por: Giselle Sauré Guichou +

“En este informe propone cómo hacernos cargo de los desafíos pendientes pero también de las oportunidades que existen en esta área que es tan clave para nuestro país”, señaló este miércoles la Presidenta Michelle Bachelet al recibir el documento “Minería: Una plataforma de futuro para Chile”.

El texto elaborado por la comisión especial formula una serie de acciones que el Estado debe impulsar para potenciar la actividad en relación con su entorno, el medioambiente y el desarrollo científico y tecnológico para mantenerse como potencia mundial sustentable.

“Chile necesita seguir siendo un país líder en la industria”, enfatizó la Jefa de Estado al destacar el porte del informe que recogió varias de las sugerencias del documento“Minería y Desarrollo Sostenible de Chile, Hacia una Nueva Visión Compartida” elaborado por la comisión conformada por actores del mundo político, económico y laboral, vinculados al tema que lideró el ex Presidente Ricardo Lagos.

Las medidas que plantea “Minería: Una plataforma de futuro para Chile” y que demandarán US$180 millones son:

– Acciones para mejorar capacidades y fortalecer institucionalidad ambiental

– Acreditación de laboratorios y servicios ambientales con altos estándares de control y calidad para mejorar las capacidades de control ambiental desde 2015.

– Trabajar en generación de normas y recomendaciones ambientales para el sector minero basadas en las mejores prácticas de la industria.

– Se establecerán fondos basales para centros de investigación y desarrollo además de los de clase mundial que contribuyan a nuestro desarrollo, de modo de pasar de los 330 investigadores a 600 en el plazo de 4 años en Conycit, por ejemplo.

– Establecer mejoras en el marco de consulta a los pueblos indígenas que se adapten a los contextos y necesidades de estos respecto de los proyectos.

– Consejo público-privado para construir una mirada de futuro de la minería en materia laboral, productiva, uso y fuetes de agua, reciclaje y relaciones comunitarias etc.

“Esta no es una apuesta aislada, Chile está inserto en un mundo global, dinámico, cambiante y tenemos el deber de ponernos al día, no quedarnos atrás. Hoy es el tiempo de apostar fuertemente por la productividad y la competitividad de nuestra minería, pero nada de eso va a ser posible si no apostamos por nuevos y mejores modos de convivencia con el medioambiente y las comunidades locales”, indicó la máxima autoridad del país.