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Garrafa condensa umidade do ar em água

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Um estudante austríaco desenvolveu um sistema para bicicletas que condensa a umidade do ar em água líquida e potável. Chamado de Fontus, o aparelho é acoplado no quadro de uma bicicleta e contém um condensador e uma garrafa, que armazenar o líquido produzido.

No topo do sistema, há um painel de energia solar que alimenta o funcionamento do condensador. Quando a bicicleta entra em movimento, o vento esfria o ar úmido, condensando-o.

As gotas de água geradas descem pelo sistema, que armazena o líquido na garrafa acoplada. Um filtro é fixado na abertura por onde o vento assopra, impedindo que insetos e sujeira danifiquem os componentes ou contaminem a água.

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Atualmente, o protótipo é capaz de produzir uma gota d´água por minuto, ematmosferas com 50% de umidade e temperaturas de pelo menos 20ºC. Criador da Fontus, o estudante de desenho industrial Kristof Retezár afirma que em regiões úmidas a garrafa consegue produzir meio litro de água por hora. Cada uma das garrafas deve custar entre 25 e 40 dólares, valor que Retezár espera diminuir com crowdfunding e a produção em larga escala do sistema.

  • Planeta Sustentável
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Bela imagem, num cafezal na fazenda do INCAPER, em Marilândia, captada pelo Evair (espiritorural@hotmail.com), em suas andanças pelo interior do Espírito Santo.

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VASSOURAS FEITAS COM GARRAFAS DE PET

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Mais leves, mais baratas e duram mais.

Veja como é fácil fazer:

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O PLANETA AGRADECE!

Conferência do Clima: O futuro não pode esperar!

O futuro não pode esperar!
Por Aspásia Camargo, de Cancun.

Nove de dezembro de 2010. Para mim, este foi um dia de grande esplendor! Alguns velhos sonhos se realizaram. Às 13h, no Cancún Messe Espaço Brasil, meu país apresentou, oficialmente, ao mundo e à sua população seu Inventário de Mudanças Climáticas. Vai me custar muito esforço carregar aquele peso dentro da mala. Mas valeu! Os dados são de 2005, reclamam alguns ranhetas. Mas foi explicado que eles devem ser consistentes uns com os outros. E os dados consistentes que podem ser utilizados são os de 2005.

Trata-se de um grande inventário: 1200 cientistas trabalharam em 600 relatórios. O último que tínhamos era de 1994. Imaginem! E esse, recém lançado, foi feito com as tecnologias mais avançadas do mundo. Destaco os dados para uso da terra. Eles são os mais importantes e dispõem de uma tecnologia ímpar. Parabéns Brasil! Claro que fiquei descontente com a parte referente à Agenda 21. Conheço bem este assunto e posso afirmar que está ruim. Mas os gráficos são maravilhosos e esclarecedores.

O segundo momento de grande emoção veio às 16h, quando a ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira lançou ao mundo aquilo que tanto esperávamos: a regulamentação das metas que havíamos anunciado antes da Conferência de Copenhague, em 2009. O compromisso para 2020 em reduzir de 36.1% a 38,9% teve seu impacto há um ano. Mas não tínhamos dados de referência. Apenas dizíamos que essa redução seria sobre o crescimento real da economia, um número ainda impreciso. O que foi anunciado, neste dia 9, foi um tremendo passo a frente: focamos, a partir de então, numa redução concreta de 0.18 gigatoneladas – de 2.2 para 2.02 ou 8.1%.

A regulamentação abrange 12 segmentos da atividade econômica brasileira, como agricultura, indústria ou transportes. A seleção dos setores, que foram cuidadosamente preparados, vai muito além das florestas. Lembrando que o Código Florestal está aí e seu impacto pode ser tão negativo a ponto de jogar estas promessas no vazio.

Um verdadeiro líder em Cancún

A contribuição brasileira com a Conferência de Cancún foi única! O Brasil prestigiou nosso anfitrião mexicano, o presidente Felipe Calderón, que teve um papel preponderante de liderança, o que não assistimos em Copenhague, onde a convenção foi conduzida de forma caótica e infeliz. O presidente mexicano fez o que se espera de um líder que recebe uma conferência como essa: honrá-la. Colocou, assim, seu nome na história. E, de quebra, me emocionou muito!

Em uma mesa redonda, lá estavam eles: chefes de Estado conduzidos pelo discurso de Calderón, que levou as questões discutidas para o ponto onde elas deveriam estar. Confesso que chorei durante essa mesa. E por duas vezes. Uma ao ouvir o representante da Ilha de Samoa, condenada a submersão. Ele disse:

“Não se trata de salvar nosso estado de bem-estar, como muitos países estão fazendo aqui. Trata-se de nos salvar pura e simplesmente”.

Mitigação e adaptação são os dois grandes temas da Conferência do Clima. O primeiro conceito refere-se a atuar sobre as causas do efeito estufa, para enfraquecê-lo. O segundo é a preparação para o que está vindo e é inevitável. No Rio de Janeiro, as regiões da Baixada Fluminense e da Barra da Tijuca, por exemplo, serão prejudicadas. O grande negociador brasileiro José Miguez afirma que vários temas se cruzam nessa convenção que não é um samba de uma nota só. Um dos assuntos é o financiamento para os paises vulneráveis, por exemplo, as ilhas, que estão submergindo.

E aí moram ainda as queixas do representante samoano. Onde estão os recursos, um montante insignificante, para financiamento dos projetos de adaptação que já estão prontos e devem ser executados em sua ilha? Seu povo está cansado.

Também foram emocionantes as palavras do presidente da África do Sul, Jacob Zuma. Disse ele: “O clima está mudando e países africanos e ilhas estão se tornando mais vulneráveis. São mais de 250 milhões de pessoas expostas. O acordo de Copenhague previu recursos e financiamentos para essa adaptação”. O que vem pela frente? Reproduzo aqui a frase que é a tônica do discurso do presidente mexicano ao longo de todo o encontro: Não podemos esperar!

Zuma prosseguiu afirmando que as negociações de Cancún devem produzir ações que nos deixem no limite seguro de 1.5 ºC. Apontou para a necessidade de empregos verdes, energia renovável, gestão da fauna e da flora, reabilitação de ecossistemas. Falou de uma estrutura legal internacional. E ressaltou a necessidade de garantir um segundo período para o Protocolo de Kyoto, o que pressupõe encontrar uma solução entre paises desenvolvidos e em desenvolvimento, incumbência atribuída ao Brasil e ao Reino Unido.

Banco Mundial: “Cancun can”

Uma outra atuação surpreendente veio do representante do Banco Mundial. A instituição tem sido muito criticada aqui em Cancún, pela retenção dos recursos, uma velha prática do banco. Disse ele:

“Depois de Copenhague, alguma coisa se quebrou. Agradeço ao México que devolveu a confiança. A solução existe e há decisões simples que podem ser tomadas”.

Ele apresentou algumas dessas soluções:

1) Dedicar 1% do PIB anual à redução das emissões de gases causadores do efeito estufa, o que corresponde a 400 bilhões de dólares para os paises desenvolvidos. Como consegui-lo? Cobrando taxas nas atividades emissoras.

2) Utilizar fundo já disponível de 30 bilhões de dólares independentemente do que ele chama de “obsessão” pelos 2 ºC, solicitando a participação de todos. O setor privado está inseguro e sua adesão depende de mais transparência e credibilidade.

3) Os paises em desenvolvimento estão, hoje, dando mais subsídios ao petróleo do que os paises desenvolvidos o estão fazendo com a agricultura, que é tão criticada. E para que isso? Para financiar os ricos, que são os que mais consomem petróleo. O subsídio do petróleo dos paises em desenvolvimento é de 400 bilhões de dólares. Por que não usar esse dinheiro para investir na energia limpa e na redução das emissões?

O presidente do México finalizou o debate com uma confidência. Num jantar oficial, ele se sentou ao lado do presidente das Ilhas Maldivas, ameaçadas de submersão, e ficou bastante impressionado. As negociações prosseguiram, após o jantar, por toda a madrugada. O confronto parecia insolúvel.

De um lado, países em desenvolvimento atribuem aos desenvolvidos a culpa histórica pelo efeito estufa: “Nossa responsabilidade é recente e insignificante”, defendem-se. Por outro lado, os paises desenvolvidos respondem: “Mesmo se nós reduzirmos a zero nossos gases poluidores, ainda assim, o problema climático continuará a existir, devido à contribuição dos paises em desenvolvimento, que se tornaram grandes emissores”. E enquanto isso, os estados menores e mais vulneráveis estão em vias de desaparecimento.

“A conclusão é que todos somos passageiros do mesmo barco que está afundando. Perdemos o capitão e estamos brigando na cabine se a culpa é da primeira ou da segunda classe. Enquanto isso, vivemos o perigo de chocar com um enorme obstáculo. E o que temos que fazer agora é parar de discutir, apertar os freios e retomar o controle do barco”

Felipe Calderón

PRIMAVERA

PRIMAVERA…
Flores, árvores , cores…
É MAIS.MUITO MAIS. É MUDANÇA PARA MELHOR.
É RESPONSABILIDADE COM A TERRA E COM O PLANETA.
A biodiversidade é nossa vida. Portanto,
Plante GENTE NO LUGAR CERTO, a fim de que possa dar ao povo que confia, o fruto transformador. Que seja capaz de unir forças para matar a fome e a sede de um povo.
Alguns ecossistemas estão desaparecendo. Nós, seres humanos, somos a causa. E a consequência para a economia e para as pessoas serão devastadora .
Precisamos reduzir estas perdas.
É tempo de primavera…tempo de nova visão e novas INICIATIVAS.
Façamos do VERDE ,MAIS VERDE. Com flora e fauna preservada.
É Primavera…Tempo de DESENVOLVIMENTO e CONSUMO CONCIENTE.
Primavera é cor…que o amarelo, não seja de um sorriso. E sim , que seja de Riqueza a ser distribuída com HONESTIDADE.
Precisamos tomar posse de nossa herança.
Amarelo é sol! É alegria é brilho.
Respire fundo ! NÓS AINDA PODEMOS RESPIRAR.
SORRIA!
VAMOS FORMAR UMA ALIANÇA PARA PROTEGER A VIDA NA TERRA.

Pra você. FELIZ PRIMAVERA!

VOTE CONSCIENTE :
GUIDA 43456
Ilka Huguenin

Fórum Internacional de Sustentabilidade

Após sua brilhante palestra no Fórum Internacional de Sustentabilidade, ontem, em Manaus, iniciamos com Al Gore, as tratativas para sua participação no Seminário Internacional de Sustentabilidade que vamos promover em Niterói.